O pré-candidato a prefeito de Barras Edilson Capote (PSD) deu entrevista aos radialistas Hélcio Araújo e Jota Silva do Programa Alô Barras, na Supervale FM. Ele se pronunciou sobre vários temas. Veja!

EDUCAÇÃO

Capote se comove com o fato de várias crianças e adolescentes deixarem de estudar perto de suas casas para estudar em escolas mais distantes porque o Prefeito Carlos Monte, ao assumir, implantou a nucleação de escolas em Barras. “Na minha gestão, eu reabri escolas, ampliei e montei em várias localidades da zona rural como o Canto Escuro, Taquari, Vereda Grande, Ingá, Canto do Sindô, entre outras. Aí entrou o novo prefeito e fechou escolas! Ele fechou uma escola no Tipis que tinha 100 alunos”, denuncia.

Ele acrescentou que o município de Barras perdeu vários alunos por conta disso. Crianças que foram matriculadas em Cabeceiras, Miguel Alves, Boa Hora. “Esse prefeito é conhecido como o prefeito que fecha escolas. No ano que vem, se eu for eleito, vou reabrir tudo”, completa.

Capote considerou absurdo a diferença de salário de uma professor concursado e com serviço prestado que é praticada hoje na Prefeitura de Barras. “A diferença do salário de um professor serviço prestado para um professor concursado chega a R$ 700. É um absurdo! os dois não fazem o mesmo serviço? Elias pagava igual, Chico Marques pagava igual, Manim rego pagava igual, eu pagava igual. Só esse prefeito que não consegue. Que é isso?”, questiona.

Capote disse que vai mudar isso. “Vou igualar os salários dos professores quando eu for eleito, Na minha gestão, paguei 13º e ainda dei um abono de R$ 800 no fim do ano para os professores”, acrescentou.

SAÚDE

Edilson Capote disse que esperou mais da Saúde do município, pelo fato do atual prefeito ser médico e ter sido secretário de Saúde. “O que nós estamos acompanhando é uma Saúde abandonada e desequilibrada. Ele como médico, como ex-secretário, poderia ter feito melhor. Descaso total, abandono e não é só agora por causa de epidemia, é desde o início”, disse o ex-prefeito.

Agora na epidemia não tem remédio, a população teve que fazer vaquinha pra fazer barreira sanitária. Custou demais a fazer ação de combate. Já temos 15 mortos e aqui eu me solidarizo com as famílias desses nossos irmãos barrenses que perderam seus entes familiares queridos”.

Capote conta que fez uma importante aquisição para Barras: um mamógrafo para os exames de detecção de câncer de mama. “Nunca foi instalado”, lamenta ele, lembrando que ampliou e equipou 15 postos de saúde.

“A obra do matadouro está abandonada. Eu comprei o terreno, doei, iniciei a obra. Cadê que foi concluída? É só colocar um poste. Não terminei porque não deu tempo. Isso não é compromisso.Por que ele não vai pedir esses recursos para os deputados dele? Para o governador? Prefeito tem que pedir, porque os deputados não sabem o que que calado quer. Eu fui atrás do senador Ciro, do senador Elmano, deputado Georgiano, Júlio César, saí batendo nas portas… Agora ficar escondido dentro de um sítio, isolado, ninguém consegue nada não”, destaca Edilson Capote.

Capote termina dizendo que é candidato a prefeito e a sua vice é Cynara Lages. “Nós dois gostamos de povo, de gente. No meu tempo, a prefeitura era cheia de gente. Hoje eu passo lá na porta não tem ninguém. Fico triste porque acho que a prefeitura não é do prefeito, é do povo. Estou triste com essa pandemia porque não posso estar indo abraçar o meu povo. Eu gosto é de abraço, de contato”.

A entrevista de Edilson Capote será dividida em duas partes porque foi muito extensa! Amanhã postaremos a parte 2, quando ele fala de despesas misteriosas da prefeitura, estradas, obras, e sobre o que ele aprendeu com a experiência da gestão passada e a expectativa para uma segunda gestão.