O exame realizado no conselheiro municipal de Saúde, Genival Santos, quando estava dentro do caixão no momento do velório deu negativo para Covid-19. O resultado deixou aliviado muitas pessoas que passaram elo velório ou que tiveram no hospital no dia da morte dele.

A morte de Genival e o exame realizado no velório mostrou que não existe unificação nas ações de Saúde de Barras. As informações não são bem gerenciadas. O secretário de Saúde nem sabia que uma pessoa tinha sido destacada para fazer teste na capela.

O Hospital Regional Leônidas Melo disse que não havia necessidade deste exame e que não estava de acordo com ele.

A pergunta que fica no ar: quem deu a ordem para a realização do exame? Por que deu a ordem? Por que o secretário não sabia?

“A ordem é da Sesapi!”

A secretaria municipal de Saúde não se manifestou em seus meios de comunicação sobre o caso. Provocado pelo G1, a assessoria de imprensa disse que foi orientação da Secretaria Estadual de Saúde. Veja!

A Prefeitura de Barras informou que o teste foi realizado porque a vítima “era jovem e faleceu por comorbidade, diabetes”. Que a Sesapi havia orientado sobre a necessidade de investigar casos de óbitos nessas circunstâncias. “Como o corpo já não se encontrava mais no hospital, a Sesapi orientou que pudéssemos ir ao velório realizar a coleta”, disse a prefeitura, ao G1, por meio da assessoria de comunicação.

O que causa estranheza é o fato da Sesapi não ter entrado em contato com o secretário, mas com seus subordinados, tendo em vista que ele não sabia do que estava acontecendo.