A enfermeira Márcia Magalhães, que é membro de enfrentamento da Covid-19 do Hospital Regional Leônidas Melo, durante a live Sala de Visitas falou sobre os desafios e o trabalho desenvolvido pelo no combate á Covid. Ela esclareceu sobre a estrutura do HRLM e sobre procedimentos para pacientes que chegam com sintomas de Covid-19.

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Márcia se reportou à diversidade de sintomas e ao fato de, no início da pandemia no Brasil, a Saúde ter se concentrado nos mesmo sintomas e a um protocolo. O HRLM usa  protocolo de medicamentos como o da Ivermectina, o da hidroxicloroquina quando o paciente se responsabiliza. “O Hospital também passou a usar tratamento não farmacêutico como banho de sol e fisioterapia.

Ela ressaltou que a prevenção deve ser priorizada e respondeu críticas como o fato de um paciente ter sido transferido para Piripiri sem a companhia de um profissional de saúde. Segundo a enfermeira, foi uma exceção porque no dia desta transferência o número de profissionais estava reduzido.

“Muitos profissionais da saúde com mais de 60 anos ou que possua alguma comorbidade estão afastados. Se o profissional apresenta sintoma de Covid-19, também precisa ser afastado. Nesse dia tivemos que escolher. Ou ele ia apenas com o motorista ou ficava no hospital com risco da situação dele se agravar, como aconteceu. Infelizmente aconteceu. Mas ele não foi a óbito na viagem, tinhas outras patologias”, explicou Márcia.

Os paciente graves, conforme ela explicou, deve ser transferido no Samu, com enfermeiro e médico. “Neste dia optamos por não perder tempo”.

A enfermeira chamou a atenção para a responsabilidade conjunta na prevenção da doença. “A responsabilização deve ser de todos nós. O enfrentamento é conjunto. Se eu sou jovem, vou pra rua, não lavo as mão, não uso máscara, volto para casa, contamino meu idoso, o idoso vai a óbito no hospital, na UTI, então a e culpa é do hospital?”, questionou.

“Não se pode terceirizar a culpa e jogar apenas no hospital. Enquanto não houver vacina, temos que priorizar a prevenção”, frisa.