Beira-rio consolida-se como espaço de eventos de Barras. Veja planos do prefeito para o local

A organização e o sucesso do Festival Folclórico de Barras levou o prefeito Carlos Monte à conclusão de que a marginal do Rio Marataoan é o novo espaço de evento de Barras. O local foi aprovado pela organização e pela própria população.

O longah fez uma enquete com as pessoas que estavam presentes no evento na noite deste sábado (7) para saber se aprovavam a ideia. As respostas foram unânimes: o local foi aprovadíssimo.

O prefeito Carlos Monte reconhece que precisa de ajustes e está correndo atrás. Já esteve na Caixa Econômica para pedir a liberação do recurso proveniente do Ministério do Turismo para a conclusão da urbanização da avenida. “Na próxima terça irei novamente para acertar os últimos detalhes. A Caixa quer que eu conclua essa urbanização em seis meses”, disse o prefeito.

Carlos Monte deu uma lição nos adversários políticos ao preferir que a empresa que iniciou a obra, mesmo tendo sido de adversário político, conclua. “Prefiro que a Construtora São Roque conclua a obra, pois foi ela quem iniciou e já conhece o projeto. No encontro que terei na terça-feira com os representantes da Caixa vou investigar se eu posso aditivar o contrato para que a empresa continue”, explica o prefeito.

A construtora São Roque pertence ao empresário Diógenes Lemos.

E não para por aí. O prefeito Carlos Monte pediu a sua equipe a readequação do projeto da orla do Marataoan, anexando um espaço que fica ao lado da Academia de Saúde. Nesse local será construída uma estrutura fixa para receber grandes eventos. Consolidando, definitivamente, a beira-rio como espaço para receber pequenos e grandes eventos.

O prefeito disse ainda que o Carnaval será também na orla e que, na época, a avenida já estará urbanizada. Dessa forma, Carlos Monte, consegue o feito que nenhum outro gestor havia conseguido.

“O projeto é bem mais amplo, conta com mirantes, restaurante para melhor apreciação da beleza do rio. Aos poucos, vamos readequando para conseguir recursos e ir concluindo por etapas”, diz Carlos Monte.

 

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