CABECEIRAS/ Falta de Mais Médicos compromete atendimento no Povoado Pedras

Há mais de dois meses o Povoado Pedras vem enfrentando problemas relacionados a atendimento médico no Posto Saúde da Família no Povoado Pedras, de Cabeceiras do Piauí.  Os moradores têm que se deslocar para outros locais em busca de atendimento médico porque no posto de saúde de Pedras não encontram.

A prefeitura de Cabeceiras informou que quatro equipe dos Mais Médicos atendem a cidade, inclusive no Povoado Pedras. Segundo a secretaria de comunicação, a localidade está sem médicos porque a prefeitura aguarda uma nova seleção dos Mais Médicos que está prevista para agosto. O contrato da médica que atendia lá acabou. Outro que iria para lá desistiu.

O prefeito Jose Joaquim Prefeito disse ao longah que colocará outro médico provisoriamente. “Enquanto o Ministério da Saúde não selecionar um médico do Mais Médico de Pedras, iremos colocar outros médicos para fazerem atendimento lá provisoriamente. Só esta equipe tem esse problema, o restante da equipe está funcionando. Se eu contratar outro profissional pelo município, o ministério descredencia a equipe de Pedras e isso não queremos”, explica.

O Ministério da Saúde renovou a participação de profissionais brasileiros e estrangeiros do Mais Médicos aprovados pelo programa em julho de 2016. O edital, publicado nesta quarta-feira (31) no Diário Oficial da União, prorroga automaticamente o tempo de trabalho por mais três anos, até 2022. Contudo, no povoado, não dá para ser renovado porque o médico que iria para lá, desisitiu.

Regulamentação dos cubanos

Na segunda-feira (29), o governo federal decidiu regulamentar a concessão de residência a cubanos que participaram do programa com o objetivo de aumentar o número de profissionais na rede pública de saúde em regiões carentes.

Em 2018, Jair Bolsonaro, então candidato à presidência, prometeu expulsar os médicos cubanos do país. Depois disso, o governo da ilha caribenha anunciou a saída do programa brasileiro. Em resposta, Bolsonaro afirmou, após ser eleito presidente, que concederia, a todo cubano que o solicitasse, o status de asilado — um título diferente do de refugiado.

 

 

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