Entenda como a distibuição igualitária dos royalties interfere em sua vida

Prefeitos de todo Brasil aguardam nesta sexta-feira (30) decisão sobre o veto ou aprovação pela presidente Dilma do projeto dos royalties do pré-sal. É uma decisão importante que mexe com a economia de todo o país e que pode melhorar a vida de todo mundo, inclusive a sua.

Com o sancionamento da presidente, os recursos vão chegar à prefeitura e, aplicados de forma correta, devem se transformar em obras e serviços para a população.

No Piauí, em 2013, 14 municípios receberão mais de R$ 1 bilhão em recursos. São eles: Teresina, Parnaíba, Campo Maior, Picos e Floriano. Em 2011, só Teresina integrava esta lista, quando recebeu quase R$ 4 bilhões. Com a aprovação do projeto, em 2013, a receita da capital passará para mais de R$ 24 bilhões.

As outras cidades que receberão mais de R$ 1 bilhão são: Altos, Barras, Campo Maior, Esperantina, Floriano, José de Freitas, Miguel Alves, Oeiras, Parnaíba, Pedro II, Picos, Piripiri e São Raimundo Nonato. A grande importância do projeto que vai agora à sanção da presidente Dilma, é que ele estabelece a distribuição mais igualitária entre os municípios que possuem as mesmas características financeiras.

A nova regra beneficiará 5.440 municípios do país. Somente o Rio de Janeiro e mais 122 municípios terão uma pequena redução na sua receita. A partir da sanção presidencial, todos os estados e municípios receberão recursos provenientes da extração do petróleo em alto mar no território brasileiro.

A imprensa já sinalizou na manhã de hoje que a intenção é que a presidente vete parcialmente o que foi aprovado e qua partilha dos recursos fiquem somente para os contratos de futuros campos de petróleo que ainda serão explorados.

Desta forma, a chegada deste recurso vai ficar bem mais para a frente. Isso significa que o prefeito eleito Edilson Sérvolo somente no finalzinho do seu mandato possa ter acesso a estas compensações financeiras. O que não deixa de ser uma notícia ruim. Em todo caso, vamos esperar o pronunciamento oficial da presidente, lembrando que a Câmara dos Vereadores pode ainda vetar a decisão dela.

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