O governador Wellington Dias está em agenda no extremo Sul do Piauí nesta sexta-feira (23), inaugurando e autorizando obras para a região. Durante entrevista exclusiva para Rede Meio Norte, o chefe do executivo estadual anunciou em primeira mão que se reunirá virtualmente ainda na noite de hoje com o governador de São Paulo, João Dória, Renato Casagrande do Espírito Santo e entre outros, para fazer um acordo em relação a compra da vacina. 

O governador estará na cidade de Bom Jesus, ainda em compromissos na região Sul, quando se reunirá com os governadores das cinco regiões do Brasil. O piauiense estará representando o Nordeste na reunião. “Criou-se todo esse curto circuito. Nós temos que salvar vidas. Quando alguém quer tomar um remédio não quer saber onde foi fabricado e sim se é bom. O que nós temos que garantir: a primeira que ficar pronta tem que vir para o Brasil e para o Piauí. É isso que nós vamos tratar hoje”, disse em entrevista à jornalista Liana Paiva, para o Jornal Agora da Rede Meio Norte.

O governador estará na cidade de Bom Jesus, ainda em compromissos na região Sul, quando se reunirá com os governadores das cinco regiões do Brasil. O piauiense estará representando o Nordeste na reunião. “Criou-se todo esse curto circuito. Nós temos que salvar vidas. Quando alguém quer tomar um remédio não quer saber onde foi fabricado e sim se é bom. O que nós temos que garantir: a primeira que ficar pronta tem que vir para o Brasil e para o Piauí. É isso que nós vamos tratar hoje”, disse em entrevista à jornalista Liana Paiva, para o Jornal Agora da Rede Meio Norte.

O Ministério da Saúde chegou a anunciar a inclusão da vacina da chinesa Sinovac contra covid-19 no Programa Nacional de Imunização e a compra de doses do imunizante pelo governo federal. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, ao responder a apoiadores em uma rede social, que a vacina não será adquirida por seu governo.

Para Wellington Dias, devido o atraso da vacina a astrazeneca de Oxford, do Reino Unido, a primeira a ser aprovada, inclusive pela Organização Mundial de Saúde (OMS), será a Coronavac, da China, que tem parceria com o Instituto Butantan. “O que nós estamos defendendo: vacina do Butantan, entrega-se uma primeira leva, cerca de 40 milhões de doses e em seguida entra a outra da Fiocruz pra ver se em 90 dias a gente vai vacinar todo mundo e com isso, com certeza, salvar vidas”, completa.