gtag('js', new Date()); gtag('config', 'UA-200548742-1');
O delegado Robert Freire, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Barras (DEAM), foi comunicado na manhã desta quinta-feira (15) pela equipe do Hospital Regional Leônidas Melo sobre o óbito de uma mulher de 31 anos, cujo corpo deu entrada no hospital na madrugada.
A mulher foi identificada como Janaína Plácido, de 31 anos, é natural do município de Boa Hora e, segundo o delegado, morreu ao participar de um ritual de batismo em uma religião de matriz africana. Ela foi levada ao hospital já sem vida.
O delegado disse que está aguardando o laudo médico para saber a causa exata da morte. "Foi informado que o ritual de batismo iniciou à meia noite e terminou por volta das 2 horas da manhã, mas o horário exato do óbito somente com o laudo".
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Piripiri para que a necropsia seja realizada. Através do laudo cadavérico, o médico-legista detalha o mecanismo que levou ao óbito e estima a hora aproximada. Até o final dessa reportagem, o laudo não havia sido encaminahdo à delegacia. Dependendo da demanda do IML, o laudo demora a sair.
JANAÍNA ESTAVA EM UM TERREIRO EM BARRAS
Janaína participava de um ritual. O batismo, na umbanda, é um rito sagrado de acolhimento, consagração espiritual e apresentação do indivíduo aos Orixás e à comunidade do terreiro. Ocorre que, durante o evento, ela passou mal e morreu. As circunstâncias exatas do ocorrido, a polícia deve investigar.
Conforme o delegado, a proprietária do terreiro informou que Janaína teve um infarto fulminante. "Precisamos saber. A morte foi violenta? Foi causada por fatores externos? Foi infarto, por causas causas naturais? Tudo isso deve ser investigado.
O risco de uma pessoa morrer durante uma cerimônia de batismo na Umbanda é mínimo, uma vez que o ritual é essencialmente simbólico, pacífico e seguro. Não há práticas de imersão forçada ou atividades de alto risco físico envolvidas na liturgia tradicional dessa religião.
Sensação
Vento
Umidade